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Honda Civic     

 

A Honda é uma das empresas de automóveis mais poderosas do planeta. Ao contrário de várias outras que também são referências no setor, ela não nasceu no logo no início do século passado, ou seja, foi acompanhando as evoluções dos automóveis desde o início, mas após sua fundação em 1948, não demorou para exercer papeis importantes e se consolidar entre as empresas mais poderosas do planeta.

Entre os destaques dessa companhia está o Honda Civic, que chegou ao Brasil apenas em 1992, quando já estava em sua quinta geração.

Entre os carros um pouco mais luxuosos, o Honda Civic aparece como um daqueles que são mais vendidos e buscados pelos condutores no mundo inteiro. Seu design moderno aliado ao conforto faz com que esse automóvel esteja sempre entre as preferências da população. Mas você sabia até chegar as atuais versões de Honda Civic que você vê pela sua cidade, várias gerações dessa linha aconteceram nas últimas décadas, passando por evoluções que acompanharam o crescimento dos veículos para a modernidade de um modo geral? Pois sim, a primeira geração do Honda Civic foi lançada em 1973.

Honda Civic:  as gerações

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O Civic de 1973 não foi o primeiro carro da Honda, mas foi o primeiro que contava com um motor maior do que dois cilindros de 600cc que o modelo N600 apresentava. A partir desse momento, o slogan “te leve para onde você está indo” começou a fazer mais sentido e os consumidores foram expostos a um veículo que tinha ajuste e acabamento de fora da Alemanha, mas com a confiabilidade e desempenho impecáveis que, hoje, são marca registrada dos carros japoneses como o Civic.

No meio do ciclo de produção da primeira geração do Civic, a Honda introduziu sua tecnologia de motor CVCC (Controlled Vortex Combustion Chamber), que é sem dúvida o que o primeiro Civic é mais conhecido e, mais ainda do que o que a VTEC realizaria mais tarde, é o que caracterizou a Honda como um dos principais fabricantes de motores do mundo.

Nos anos 70 ainda aconteceu o embargo do petróleo, o que ajudou a tornar carros como esse da primeira geração do Civic tão populares. No entanto, a Honda não precisou de uma crise nacional para manter suas determinações e ambições. Surgiu então a segunda geração do Civic, maior em todos os sentidos, que resultou em até 67 hp e contou com a tecnologia CVCC em toda a linha. O primeiro vislumbre de um Civic baseado em performance surgiu em 83 com a introdução do S trim. O Civic S foi baseado em um chassi com uma suspensão mais rígida, um bar antiderrapante traseiro, pneus Michelin mais capazes, e seu emblema acentuado com o que se tornaria a cor de assinatura da Honda: vermelho. A essa altura, os norte-americanos também haviam se acostumado ao layout do motor dianteiro Civic, com tração dianteira, que até então era uma espécie de anomalia. Além do hatchback (design automotivo que consiste num compartimento de passageiros com porta-malas integrado) de 73, o Civic agora estava disponível em configurações de quatro portas e station wagon.

Várias gerações e algumas décadas depois, a primeira versão do Honda Civic do século XXI chegou logo em 2001. Essa era a sétima geração dessa linha, que chegou a ser contestada pelos fãs, mas sem nenhum motivo muito evidente. Em 2003, um modelo híbrido também foi introduzido.

Honda diz adeus ao hatchback para o modelo dos anos 2006 até 2011 e traz de volta o automóvel em forma de cupê junto com um sedan sem precedente. Aqui, uma das melhores iterações do i-VTEC é revelada na forma do Si’s K20Z3, tornando-o o mais poderoso Civic da América do Norte até hoje e com o tipo de opções que os compradores anteriores do Si só poderiam esperar, como um transmissor manual de seis velocidades com um diferencial de deslizamento limitado padrão.

A nona geração do Honda Civic fez com a imagem do carro aquilo que já se esperava da sétima geração. A ausência de VTEC no lado de entrada, bem como um novo coletor de escape integrado, significando uma maior geração de energia e uma experiência totalmente inovadora. Um novo motor 2.4L substituiu o 2.0L, tornando-o o maior motor Civic da história, mas com uma diferença de potência não muito significante.

Em 2016, a décima e até então última geração lançada do Honda Civic. Mudanças no interior e exterior do carro marcaram o lançamento, além do retorno da linha EXR. Essa versão ganhou airbags de cortina, além de uma tela de sete polegadas e navegador integrado ao painel, proporcionando uma incrível modernidade. O Civic de décima geração está disponível com um motor twin-cam de 2,0 l, 158 hp ou o primeiro motor turbo alimentado com 174 cv, ambos com transmissões CVT disponíveis. Ainda é um pouco cedo demais para dizer o quão bem recebido o powertrain será, ou o cupê e o sedan que eles colocaram dentro, mas o que os entusiastas da Honda estão segurando não é o motor 1.5L turbo, mas sim emblema vermelho que os americanos não veem desde 2001.

 

 

 

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