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Fiat Mobi

Ultimamente, os subcompactos estão adquirindo um espaço grande no mercado automobilístico brasileiro. Entre outros fatores, especialistas dizem que essa crescente se deve à atual preferência do grande público por carros menores, além do preço destes modelos (o qual geralmente é mais baixo), ou até mesmo sua economia de combustível, uma das melhores entre as classes de veículos.

Diante disso, e a fim de competir com o Volkswagen Up!, que vinha fazendo crescente sucesso em terras brasileiras, a filial da montadora italiana Fiat no Brasil projetou e desenvolveu um modelo moderno de subcompacto, com características parecidas com seu concorrente. Nesse artigo falaremos mais da recente história desse carro no Brasil, passando por seu lançamento, versões e vantagens.

História do Fiat Mobi

Já em 2014, surgia alguns rumores de que a fabricante de matriz italiana estaria desenvolvendo um projeto de um novo subcompacto para o mercado brasileiro. Este era chamado de “projeto 341” ou mesmo “x1h”, e teria a missão de substituir a versão mais básica do Uno se segunda geração, intitulado de Vivace.

Desse modo, no dia 1 de abril de 2016 foi lançado o Fiat Mobi. Ele compartilhava com seu precursor várias características, como plataforma, motor e transmissão. O motor era simples e não tão potente, de forma a dar o carro a característica de econômico: um 1.0 com a tecnologia FIRE, contendo 8 válvulas e que rendia 75 cavalos de potência. Tal fator fazia com que o veículo conseguisse fazer, aproximadamente 13,5 km/L em vias urbanas e 15,8 km/L em rodovias e estradas.

O visual do modelo era parecido com o de seu concorrente, devido a sua altura levemente elevada, com pouco comprimento, lanternas dianteiras alongadas para a horizontal e faróis traseiros com visual diferenciado do usual em modelos dessa época.

Versões do Fiat Mobi

A fim de baratear o veículo, a Fiat lançou várias versões do Fiat Mobi, contendo algumas consideravelmente mais básicas. A chamada versão de entrada do modelo foi intitulado de Fiat Mobi Easy, que não possuía, em sua versão original, itens normais de série, como ar-condicionado, vidros elétricos e direção hidráulica.

Estes fatores viriam a ser acrescentados já na próxima versão, chamada de Easy On. A versão sucessora era a Like, que, além desses itens, possuía travas elétricas, computador de bordo, chave telecomando, e algumas características relacionadas ao visual, como maçanetas e retrovisores na cor predominante do carro, além de para-choques em preto brilhante. A evolução dessa versão, intitulada de Like On, tinha rodas de liga leve de 14 polegadas, sensor de estacionamento e tecidos diferentes para revestir o interior do veículo.

Mas a mudança visual mais significativa se dava no Fiat Mobi Way, que era mais voltado para um espírito aventureiro. Para isso, o carro tinha barras longitudionais de teto, molduras plásticas nas caixas da roda em cores diferenciadas, para-choques com visual mais robusto, além de uma suspensão mais elevada, para conseguir passar por estradas de terra sem maiores dificuldades. A linha ainda contou com um versão derivada da Way, chamada de Way On, a qual tinha o visual da sua antecessora, mas possuía rodas de liga leve em aro 14.

Segunda versão do motor

A fim de reduzir ainda mais o consumo de combustível, e fazer mais o estilo de carro popular, a Fiat lançou um novo motor para o Fiat Mobi. Este era equipado com capacidade de 1.0L, 6 válvulas e tecnologia Firefly, inteiramente revestido em alumínio (para diminuir o custo de produção, entregando essa diminuição para o consumidor). O veículo rendia 77 cavalos de potência quando abastecido a gasolina e 75 cavalos quando abastecido a etanol.

O Fiat Mobi, ao longo do pouco tempo de atuação em terras brasileiras, se mostrou um carro bastante agradável para o grande público. Até por esse motivo, o subcompacto figura, desde o ano de seu lançamento, entre o top 10 carros mais vendidos no Brasil. Especialistas dizem que isso ocorre devido ao fato de que o modelo protagoniza, também, posições elevadas no quesito economia de combustível e valor de mercado, além de possuir uma previsão de desvalorização menor do que os seus concorrentes.

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