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Cruzeiro Esporte Clube

O Cruzeiro começou com outro nome e teve origem em outro país, mas isso não foi problema para o clube se consolidar como um dos maiores clubes do futebol brasileiro. Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Raul, Joãozinho, Nelinho, Boiadeiro, Douglas, Ademir, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Nonato, Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Alex, Sorin e Fábio... são apenas alguns dos grandes nomes que tem idolatria eterna do cruzeirense

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Cruzeiro Esporte Clube

O grande responsável para colocar a terra mineira no mapa do futebol nacional tem nome: Cruzeiro Esporte Clube. Um time de grandes histórias e tradição

No artigo a seguir você encontrará os seguintes tópicos:

  • Cruzeiro Esporte Clube
  • A história do Cruzeiro
  • Cruzeiro Esporte Clube
  • Vencendo o Santos de Pelé
  • A Década de 70
  • O Cruzeiro copeiro da década de 90
  • Mascote do Cruzeiro
  • Camisa do Cruzeiro
  • Escudo do Cruzeiro
  • Hino do Cruzeiro
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Cruzeiro Esporte Clube - Tudo Sobre

O grande responsável para colocar a terra mineira no mapa do futebol nacional tem nome: Cruzeiro Esporte Clube. Um time de grandes histórias e tradição.


Cruzeiro Esporte Clube


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Belo Horizonte é um dos principais palcos do futebol brasileiro, para não dizer mundial. Possui uma das grandes rivalidades do território nacional, mas o grande responsável para colocar a terra mineira no mapa do futebol nacional tem nome: Cruzeiro Esporte Clube. Um time de grandes histórias e tradição. O Cruzeiro começou com outro nome e teve origem em outro país, mas isso não foi problema para o clube se consolidar como um dos maiores clubes do futebol brasileiro. Tostão, Dirceu Lopes, Piazza, Raul, Joãozinho, Nelinho, Boiadeiro, Douglas, Ademir, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Nonato, Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Alex, Sorin e Fábio... são apenas alguns dos grandes nomes que tem idolatria eterna do cruzeirense.

Para entender um pouco da origem do Cruzeiro, devemos voltar um pouco na lembrança da presença de italianos em Belo Horizonte. E isso nos remonta ao início da construção da capital mineira. O engenheiro chefe da Comissão Construtora da Nova Capital, Francisco Bicalho, juntamente com o governo do estado, impulsionou a vinda de imigrantes para Belo Horizonte a partir de 1985. A construção da cidade exigiu um exército de operários e a imigração foi o recurso utilizado por Bicalho para sanar o problema da mão de obra. Uma hospedaria de imigrantes foi erguida às margens do ribeirão Arrudas, para receber os trabalhadores. Esses imigrantes vinham diretamente da Itália ou eram aliciados na Hospedaria Horta Barbosa, de Juiz de Fora.

Além de atrair como operários, a imigração italiana em Belo Horizonte continua com a formação da zona colonial, composta por cinco colônias ao redor da cidade. Tais colônias formavam o “cinturão verde” para o abastecimento do município, como previsto na Comissão Construtora da Nova Capital e serviam como forma de povoamento do entorno da capital, diversificando a economia.

Essa população da zona colonial reduziu bastante em 1904, mas voltou a crescer em 1910 atingindo a população de 1162 pessoas, formando parte significativa da população de Belo Horizonte.


A história do Cruzeiro


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O início como Palestra Itália

Entre esses imigrantes italianos de Belo Horizonte, haviam desportivas, e alguns desses componentes da colônia resolveram fundar o Cruzeiro em 2 de janeiro de 1921, com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas foram o verde, vermelho e branco, para fazer referência à bandeira italiana e sob a supervisão de um refinado designer da época, chamado Arthur Lemmes, já em Belo Horizonte. No ano seguinte, o clube comprou um terreno pertencente à prefeitura, onde hoje fica o Parque Esportivo do Cruzeiro. Em 23 de setembro de 1923, inaugura seu estádio, no Barro Preto, construído por jogadores e associados da colônia italiana da capital mineira, que como já mencionado, eram em grande maioria operários de construção civil.

Por esses motivos, o Palestra não se caracterizou apenas como uma equipe de descendentes italianos. Também passou a ser associado com seus elementos da classe trabalhadora da cidade, algo que até hoje o clube tenta manter em seus princípios, como na campanha “O time do povo” que coloca bandeiras nos jogos do Cruzeiro ainda hoje em dia. No corpo social do clube prevaleciam os pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram filhos dos imigrantes que vieram construir a capital de Minas Gerais e resolveram por herdar a mesma profissão de seus pais.

Até 1925, existia uma cláusula no estatuto do clube que permitia apenas a inscrição de atletas e associados de origem italiana. Após a abolição dessa cláusula, passaram a ser aceitos colaboradores de qualquer origem, aumentando o alcance do clube.

Existia outro clube de origem italiana em Belo Horizonte e isso às vezes causa alguma confusão. Alguns pesam que foi o Yale, esse clube também de descendentes italianos, que deu origem ao Palestra e posteriormente ao Cruzeiro, mas não é verdade. O Yale surgiu anos antes do Palestra, mas enfrentou uma crise justamente pelo aparecimento de outro clube com origem italiana em Belo Horizonte e perdeu muitos associados e jogadores para o Palestra. O Yale foi dissolvido em 1925, sendo registrados quatro jogos diante do Palestra: 17/07/1921 - Palestra Itália 0 x 1 Yale; 06/11/1921 - Palestra Itália 0 x 0 Yale; 30/04/1922 - Palestra Itália 0 x 0 Yale e 05/08/1923 - Palestra Itália 3 x 2 Yale. Todos os jogos válidos pelo Campeonato da Cidade.

Como dito, em 1925 a cláusula de exclusividade para italianos foi abolida, prevalecendo a vontade de grande parte dos associados que gostariam de ver o Palestra como um grande clube, o que seria bem mais fácil com a inclusão de brasileiros e outras nacionalidades. Outra mudança feita justamente nessa época foi o aportuguesamento do nome do clube, se transformando em Sociedade Sportiva Palestra Italia. O primeiro jogador de outra nacionalidade que o clube recebeu foi Nereu, que era da colônia sírio-libanesa e jogava no Sírio Horizontino.

Ainda nessa década, o Palestra já conseguiu sua primeira conquista significativa. Entre 1928 e 1930, conquistou as três edições do Campeonato Mineiro, sendo duas delas de maneira invicta. Esse crescimento de um novo clube na cidade obriga as outras instituições a se organizarem mais, fazendo que, em 1933, surgisse a primeira liga profissional do estado, a Associação Mineira de Esportes.

Em 1936, começava o processo para a mudança de nome que resultaria em um dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro. Alguns dirigentes e ex-atletas lideraram esse movimento chamado Ala Renovadora para a nacionalização do Palestra. O grupo tinha como intenção mudar o nome do clube, já que ele não era mais associado exclusivamente à colônia italiana, fazendo ter pouco sentido a utilização do nome Itália. Aconteceu resistência, mas a ideia foi ganhando força e aliados.


Cruzeiro Esporte Clube


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Em 1942, mais especificamente em 30 de janeiro, durante a Segunda Guerra Mundial, o presidente Getúlio Vargas – que já havia declarado guerra aos países do Eixo (Itália, Alemanha, Japão) -, através de um decreto, determinou a proibição do uso de termos e denominações referentes a essas nações inimigas. Por coincidência, a primeira partida após esse decreto era contra o Atlético-MG, atual arquirrival do clube, em 1 de fevereiro daquele ano. O time entrou em campo com uma camisa azul e três listras brancas horizontais, sem escudo e sem nome. Três dias depois, a diretoria adotou o nome provisório de Palestra Mineiro.

Ainda existia a vontade e necessidade de se transformar essa instituição em uma entidade totalmente brasileira, principalmente após o decreto presidencial. Isso foi concretizado em 7 de outubro de 1942, em uma assembleia que acabou com a renuncia do então presidente Ennes Cyro Pony e com a aprovação do nome do clube que permanece até hoje e fez histórias inigualáveis: Cruzeiro Esporte Clube, uma homenagem ao símbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul. O nome Palestra ainda permaneceu até o fim de 1942 por regras da Federação de Futebol que só aprovou o nome estatuto no início do ano seguinte.

Seus primeiros anos de vida já foram produtivos. O Cruzeiro conquistou novamente um tricampeonato mineiro, vencendo as três edições entre 1943 e 1945. Nesse mesmo período, reformou seu estádio, que passou a se chamar Juscelino Kubitschek, em homenagem ao até então governador de Minas Gerais. Porém, aparecem também as dificuldades: essa obra e outras despesas com o elenco dão origem a uma crise financeira, que faz o clube perder seus principais jogadores. No início da década de 50, o baque piora, pois o clube acaba obrigado a dispensar todo o quadro de profissionais, passando a viver em uma espécie de regime semi- amador com a promoção dos juvenis.

A solução achada para o clube tentar se reencontrar financeiramente foi disputar amistosos pelo estado em troca de cachês. Essa experiência proporcionou ao Cruzeiro não apenas dinheiro, mas uma nova leva de torcedores espalhados pelas cidades do interior, ajudando muito na popularização do clube no estado. A redenção veio com a construção de sua sede social no Barro Preto, aumentando a arrecadação do clube e, nos anos seguintes, uma nova era já era iniciada com outro tricampeonato mineiro entre 1959 e 1961.


Vencendo o Santos de Pelé


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Durante a década de 60, o Cruzeiro deu seu grande salto, passando de um clube importante de Minas Gerais, para um dos mais respeitados do Brasil. Em 1965 o clube foi campeão mineiro, o que lhe deu o direito de disputador a Taça Brasil de 1966. Após seis partidas, o Cruzeiro chegou na final contra o grande Santos, que já possuía um grande esquadrão que ajudou o Brasil na conquista de duas Copas do Mundo seguidas.

Em 30 de novembro daquele ano, a final começava a ser disputada, algo que mudaria para sempre a história do Cruzeiro com seu primeiro título nacional. A primeira partida da final aconteceu em Belo Horizonte e aconteceu algo incrível. No primeiro tempo, o Cruzeiro estava vencendo por inimagináveis 5 a 0.

O Santos esboçou reação no segundo tempo fazendo dois gols, mas Dirceu Lopes tratou de deixar o Cruzeiro novamente confortável, com um 6 a 2. No jogo de volta, em São Paulo, o Santos termina o primeiro tempo vencendo por 2 a 0. Relatos dizem que no intervalo, dirigentes do clube paulista já procuravam o presidente do Cruzeiro para a marcação de um terceiro jogo, pois já contavam com a vitória (na época, não contavam saldo de gols. Era apenas sobre vencer o jogo).

O Cruzeiro voltou mordido para o segundo tempo e conseguiu uma virada histórica, com gols de Tostão, Dirceu Lopes e Natal. A equipe, ainda de jogadores jovens, vencia o melhor time do planeta e conquistava a Taça Brasil para o Cruzeiro Esporte Clube. Esse título do Cruzeiro teve tanto significado que, no ano seguinte, surgiu o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, uma espécie de embrião do atual Campeonato Brasileiro. Era nada menos que o antigo Torneio Rio-São Paulo, mas abrigando clubes também de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. No ano seguinte, o Cruzeiro disputou sua primeira partida oficial fora do Brasil, diante dos venezuelanos do Deportivo Galicia, vencendo por 1 a 0.

Com a homologação dos títulos, considerando os torneios nacionais antigos também como títulos de Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro é reconhecidamente o primeiro clube de Minas Gerais a ser campeão nacional.


A década de 70


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A década de 70 também foi marcante para o estabelecimento do Cruzeiro como um clube de grandes proporções. Primeiro, o clube mostra força no campeonato nacional mais uma vez, mas consegue apenas vice-campeonatos. Perdeu para o Vasco em 1974, em jogo marcado por erros de arbitragem, e em 1975 para o Internacional. No ano seguinte, um momento mais do que histórico. Era a Copa Libertadores da América de 1976, o torneio de mais renome do continente, e o Cruzeiro se sagrava campeão diante do River Plate, tradicional equipe argentina. Na primeira partida, uma goleada em casa por 4 a 1. A partida de volta, em Buenos Aires, o Cruzeiro perde por 2 a 1. O regulamento previa um terceiro jogo em campo neutro e aconteceu em Santiago, no Chile. O Cruzeiro consegue abrir 2 a 0, mas cede empate. Aos 44 minutos do segundo tempo, Joãozinho marca de falta decretando um dos maiores momentos da história do clube.

O gol de falta marcado por Joãozinho na partida é um dos momentos mais icônicos da história do clube, pois o batedor oficial era Nelinho, que estava de costas se preparando para a cobrança. Joãozinho ousou e foi recompensado com um lindo gol, transformando o Cruzeiro em campeão continental. No mesmo ano, o Cruzeiro disputou a Taça Intercontinental, o famoso Mundial, diante do Bayern de Munique. O clube mineiro foi derrotado para a base da seleção alemã campeã do mundo em 1974. No ano seguinte, o Cruzeiro consegue mais uma vez chegar na final da Copa Libertadores, mas é derrotado pelo Boca Juniors após penalidades máximas na terceira partida.

Também nos anos 70, o Campeonato Mineiro causava déficit financeiro, o que fez com que o clube fizesse amistosos no exterior com o pagamento recebido sendo feito em dólares. O dinheiro conquistado nessas excursões foi suficiente para manutenção dos grandes jogadores para os títulos mineiros e a Libertadores dessa época. Todos esses esforços não foram suficientes para o clube se manter entre os times de elite na década de 80. A crise financeira chegou forte e o Cruzeiro não teve bons resultados nacionalmente, além de vencer apenas dois campeonatos mineiros. A partir da criação da Copa União, em 1987, e o início do pagamento das cotas para transmissão das partidas pelas emissoras de televisão , o Cruzeiro começou a se reerguer para uma grande década de 90.


O Cruzeiro copeiro da década de 90


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A década de 90 foi impressionante para o Cruzeiro. Não veio nenhum Campeonato Brasileiro, mas um aproveitamento incrível em campeonatos mineiros e em competições mata-mata, iniciando uma excelente série de 15 anos seguidos conquistando pelo menos uma taça. Essa série, obviamente, continuou no início dos anos 2000 e foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros (1991 e 1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno.

A Copa do Brasil de 1996 teve um gostinho especial para o cruzeirense, pois o clube reencontrou o Palmeiras, clube que também teve origens italianas, na grande final. O Palmeiras era o grande elenco do país na época e chegou para a decisão como favorito. Na base da vontade e fortalecendo o espírito copeiro do clube, o Cruzeiro conseguiu virada em pleno Parque Antártica em um dos títulos mais marcantes para o torcedor.

No ano seguinte, outro título que parecia improvável. A Copa Libertadores da América de 1997 começou com o Cruzeiro sem vencer nenhuma das três primeiras partidas, mas Dida e companhia conseguiram reação e venceram o Sporting Cristal na grande final, para um Mineirão lotado.

Em 2003, talvez o maior feito do Cruzeiro Esporte Clube. Sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, torna-se o único clube brasileiro até hoje a vencer três títulos do primeiro escalão durante um mesmo ano. Venceu o Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, algo inédito e histórico. Alex, o grande craque do time durante os três campeonatos, tornou-se um dos grandes ícones da história do clube.

Após 2003, o Cruzeiro passou alguns anos vencendo apenas alguns Campeonatos Mineiros. Inclusive, em duas oportunidades, goleou o maior rival por 5 a 0 no jogo de ida das finais, sob o comando de Adilson Batista. Em 2011, um momento crítico da história do clube se tornou em mais uma partida icônica: era a última rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano e o Cruzeiro precisava vencer de qualquer maneira para não ser rebaixado para a segunda divisão – ainda é um do grupo seleto que nunca foi rebaixado – e o adversário era justamente o maior rival. O clima era péssimo, mas um belo ambiente no dia do jogo proporcionou uma das grandes goleadas diante do Atlético-MG: 6 a 1 na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.


Mascote do Cruzeiro


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O mascote do Cruzeiro é a raposa. Ela foi desenhada em 1945 por um chargista conhecido como Mangabeira, que se inspirou em um ex-presidente do clube chamado Mário Grosso, que durante sua estadia no clube ficou conhecido por sua esperteza. Além do mais, a raposa é um animal que se alimenta de galináceos, uma clara alusão ao rival Atlético-MG, que tem o galo como mascote.


Camisa do Cruzeiro


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A primeira camisa foi verde, com trechos vermelhos na ponta das mangas e o logotipo no peito com o PI, de Palestra Italia, entrelaçado em um losango vermelho e verde com fundo branco. Na década de 40 o clube passou a ser chamar Cruzeiro e adotou uma camisa toda azul, golas e punhos brancos, calção branco e meias brancas, com a constelação do Cruzeiro do Sul no peito.

Nos anos 50, surge sua já tradicional camisa branca para jogos noturnos, com a intenção de beneficiar a identificação dos jogadores nos acanhados e pouco iluminados estádios brasileiros da época. Poucas foram as mudanças nos uniformes do Cruzeiro durante os anos, exceto por algumas diferentes cheias de desenhos geométricos ou com tom brilhante nos anos 90. O padrão ainda é mesmo sempre, variando as vezes a cor do calção e meias (branco ou azul) e o símbolo utilizado – estrelas soltas, o mais comum nos últimos anos, ou o próprio escudo.


Hino do Cruzeiro


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Criado em 1965 por Jadir Ambrósio, esse é o hino do Cruzeiro:

“Existe um grande clube na cidade Que mora dentro do meu coração Eu vivo cheio de vaidade Pois na realidade é um grande campeão Nos gramados de Minas Gerais Temos páginas heroicas, imortais Cruzeiro, Cruzeiro querido Tão combatido, jamais vencido!”


Escudo do Cruzeiro


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Até por sua origem italiana, é evidente que o símbolo do Cruzeiro já passou por algumas mudanças durante sua história. Começou fazendo referências as cores da Itália e, a partir de 1942, adotou as cores azul e branco, além do Cruzeiro do Sul. A primeira versão conta com o “Cruzeiro E. C.” fora da circunferência, o que mudou a partir de 1959. Após a tríplice coroa de 2003, o Cruzeiro eternizou esse feito adicionando uma coroa na parte superior do escudo, o que se mantém até os dias atuais. Mas, como já mencionado, é normal o clube utilizar apenas o Cruzeiro do Sul em vários de seus uniformes.


Mineirão


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A construção do Mineirão foi peça chave para o crescimento do Cruzeiro no cenário nacional. A partir de sua inauguração em 1965, Minas Gerais abandona sua característica provinciana e começa a disputar os campeonatos de representação nacional. O estádio foi palco de grandes conquistas da história do clube, sempre lotado e é considerado a casa do cruzeirense. Além do mais, antes do Mineirão, o Cruzeiro tinha pouco protagonismo e acabou crescendo junto com o estádio, que hoje é dos grandes palcos do futebol mundial.

Após a reforma para a Copa do Mundo em 2014, o rival Atlético-MG praticamente adotou o Independência como seu estádio principal, fazendo com que a ligação Cruzeiro – Mineirão crescesse ainda mais. Em 2013 e 2014, dois títulos Brasileiros após 10 anos na seca com o estádio sendo o forte aliado, graças a grandes públicos e uma bela atmosfera. Em 2017, mais um grande título no famoso “Gigante da Pampulha”: Copa do Brasil após vencer o Flamengo nos pênaltis.

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