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Chevrolet Prisma

Chevrolet Prisma – É notável que, ao longo da história da indústria automobilística no Brasil, os veículos em estilo hatch (ou seja, com traseira “reta”) são os que fazem mais sucesso no mercado entre o grande público. Contudo, há um constante aumento na demanda pelos sedans, os quais antes eram caracterizados por serem carros bem mais luxuosos.

Olhando por essa demanda, grandes montadoras em todo o mundo começaram a projetar, desenvolver e fabricar alguns modelos de carros sedan que atendessem o público médio, ou seja, que tivessem um custo mais baixo do que o usual. E foi nesse cenário que, em 2006, foi lançado o Chevrolet Prisma. Nesse texto falaremos mais desse modelo da Chevrolet, falando de suas duas versões, seu lançamento e outras coisas que podem ser de interesse dos fãs de carros.

História do Chevrolet Prisma

O Chevrolet Prisma foi um carro lançado pela filial da montadora norte americana Chevrolet no Brasil no ano de 2006. Inicialmente, o modelo era uma derivação do compacto Celta, e possuía as mesmas características visuais do hatch bastante popular nas terras tupiniquins. O maior objetivo era desenvolver um sedan que tivesse um preço acessível para o grande público.

Um dos grandes fatores para o Prisma ter despertado o interesse das pessoas em geral foi a sua estratégia de marketing, parecida com outro modelo da mesma montadora, o Vectra. Esta consistia no lançamento de informações acerca do veículo de forma gradual, soltando primeiro o nome, depois alguns esboços, informações técnicas e, por fim, as fotos para divulgação.

O Chevrolet Prisma possui duas gerações. A primeira foi fabricada entre 2006 e 2009 e possuía motor de 1.4 litro com a tecnologia EconoFlex. A potência girava em torno de 89 cavalos quando abastecido a gasolina e 97 cavalos quando abastecido a álcool. Ao longo desses anos, alguns avanços tecnológicos feitos para seu motor deixaram o Prisma mais potente, podendo chegar a 95 cavalos com gasolina.

A segunda geração do Prisma foi lançada 4 anos depois de seu lançamento, em 2010. A estética e mudança do carro teve como base uma política implantada em vários outros carros da Chevrolet (como o Onix, Sonix e Cobalt), a qual era intitulada de GSV – Global Small Vehicle, que em tradução livre significaria algo como Plataforma Global para Veículos Pequenos. O design do veículo passou possuir linhas mais modernas e bem definidas, além de lanternas (traseiras e dianteiras) com aspecto mais agressivo.

Outra mudança visual foi quanto à grade frontal, que agora era dividida horizontalmente pelo material do carro, onde ficava o símbolo da fabricante. Um diferencial do veículo é a capacidade de seu porta-malas, que pode levar até 500 litros de bagagem. Desta vez, o carro contava com duas opções de motor (ambas com tecnologia EconoFlex): O 1.0 – 80 cavalos a álcool e 78 cavalos a gasolina – e o 1.4 – 106 cavalos de potência quando abastecido com etanol e 98 quando abastecido a álcool.

O Prisma de segunda geração foi disponibilizado em três versões: LT – a mais básica, podendo ser escolhida os dois tipos de motores – a LTZ – topo de linha – e a Advantage que, lançada um pouco depois, tinha qualidade semelhante  à linha LTZ.

Os maiores concorrentes do Chevrolet Prisma ao longo de seus anos de venda no mercado brasileiro são o Hyundai HB20S (versão sedan do sucesso de vendas da marca coreana), a Volkswagen Voyage e o Fiat Siena. Entre outros fatores, o modelo sai na frente devido ao seu baixo percentual de desvalorização se comparado aos seus concorrentes: enquanto o Prisma desvaloriza 15%, os outros perdem, em média, de 20 a 25% do seu valor em revendas.

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